Exatamente, não há um motivo pelo qual criei o blog, caso queira ler, leia, caso não queira, leia também, você se indentificará. Enfim, tchau, boa leitura.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Histórias em quadrinhos
Não viva para que sintam sua falta, viva para que não precisem passar por isso. No final eu darei minha vida a você, não sei o que os livros que devo ler significam, não sei se minhas escolhas serão aceitas, não sei, não sei. Muito eu não sei, mas em muito eu me apeguei, me apeguei de uma forma diferente. Tudo parece tão simples quando é planejado com os passos certos, respostas e escolhas corretas, mas com a música ao fundo eu me confundo, minha razão desencadeia uma série de respostas as quais não deveria achar. O medo de que o som pare de tocar, o coração de bater e você de falar o que deve dizer, é substituído pela minha vontade de você! Ainda não encontrei algo que defina em minuciosas palavras o que não sinto por você, parece tão simples dizer, mas tão difícil definir. Sinto saudades daqueles que não conheci, mas mais ainda daqueles que me fazem falta. O céu escurece junto com minha coragem, a noite traz consigo as palavras ditas e repetidas por antigos anciões. Palavras doces e amargas reproduzindo fielmente o que dizer a ela. Algumas vezes isso não é o certo a se fazer. O que? O que você deve, o que você quer ou o que você deseja. Privar-se de fúteis objetos do prazer humano me deixa mais e mais próximo de achar o resultado matemático do por que de nossa distancia ser tão curta e tão longa. O antigo livro, dito que faria, está guardado no meu baú antigo que carrega consigo minhas antigas cartas que lembro como se fosse hoje que recebi, cartas queimadas, amassadas e não escritas. Frutos da imaginação da arvore da vida, a água rega sua mente, seu espírito e sua vontade de não vê-la. Morrer de sede eu irei se for preciso, pois com cada gole me distancio dela, como num sonho que corro sem minhas pernas.
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