Exatamente, não há um motivo pelo qual criei o blog, caso queira ler, leia, caso não queira, leia também, você se indentificará. Enfim, tchau, boa leitura.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Sem Nomes, Por Favor...
Digo que não, mas sim, eu não gosto de você. Digo que tudo acabou, que tudo terminou, que nada me restou, mas não, não digo isso por querer. E se dissesse que só faço o que faço pra me fazer lembrar-te. E se dissesse que grito do jeito que grito para fazer-te me ouvirdes. Não digo que preciso de ti pra viver, não preciso dizer isso pra provar que necessidade é substituída por experiência. Não digo que não te amo, amor é substituído pela amizade. Não digo que sinto sua falta, saudade é substituída por uma boa dose. Admito meus erros admitindo que eu minto, mas que não sinto como deveria. Precisei deixar todas as lágrimas caírem para deixar-lhe ir. Não sei mais o que faço da vida sem você. Vou misturá-la com uma boa música e uns amigos que aprenderei novamente como a vida é boa sem um bom passado. Passado só me apresenta como uma esperança de futuro, mas quando não se tem esperança de que adianta passado? Se eu disser que: ‘eu acredito’ é uma frase muito forte para ser dita, você acreditaria no que deveria?
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