Exatamente, não há um motivo pelo qual criei o blog, caso queira ler, leia, caso não queira, leia também, você se indentificará. Enfim, tchau, boa leitura.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Domênico
E ele se submete, submeteu-se a tudo por um sorriso torto. Ele acredita que machucar-se a trará de volta. Seu coração continua a bombear. Ele não acredita que sua vida é só mais um filme de sua vida. Não me tente, você não consegue, não compreende. Não olhe assim, você não conhece, não sabe o que acontece em mim. Ele disse que se renderá a ti. Ele não irá lembrar amanhã que lembrou de você ontem. Não faça por mim o que disseram que já fizeram por ti. Um dia, me lembro, ele lhe falou que não era único, mas era especial. Ele disse que pra sempre seria teu, o ‘pra sempre’ virou a página, mas apareceu novamente na nota de rodapé naquele final de capítulo. E Domênico voltou pra casa, de cabeça abaixada, ouvindo o som das nuvens chorando. Ouvindo os carros e a torneira entreaberta na cozinha. Ele ouvia tudo e todos o tentavam decifrar, mas ninguém entende o que se passa debaixo do teto de seu quarto. Ele se esconde entre músicas e poemas. Esconde-se entre palavras fortes e dilemas. Finge-se de forte, alegre e esguio. Quem o conhece sabe que és tão humano quanto seu melhor amigo. Ele corre pra esquecer. Anda pra pensar. Se cansa para reciclar o que pensava se importar. Ele sabe que ela pensa nele como ele pensa nisso. E Domênico está cansado. A vida está difícil, e ele é desgastado. Nunca mais será o mesmo. O mundo, deixou de ser o mesmo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário