quarta-feira, 23 de março de 2011

Uma, Duas, Três Mágicas

Não é porque finjo, faço-me de forte que a resposta pra sua pergunta está em minhas atitudes. Tudo pode ser encoberto, em minhas atitudes posto uma máscara que sobrepõem meu real desejo de me submeter ao seu trágico amor. Tudo é falso. O dia vira noite. O choro, alegria. O ódio, amor. A chuva negra, um belo arco-íris. Sua verdade, mentira. Tudo é falso. A falsidez de seus olhos gélidos e sombrios que me reanimam a alma adormecida. A saudade, o amor, não lembro-me de definições plausíveis. O amor verdadeiro existe, mas afoga-se em seu próprio amor para manter-se amando. A saudade que machuca não pode ser comparada ao amor que ama. A saudade é saudade dos momentos, pois a pessoa que é objeto de ação da saudade sempre, ou talvez, sempre estará em sua vida. Em lembranças, em projeções falsas do passado, na esperança de um dia poder viver a saudade de algo que terá certeza de que viverá. Faço-me de criativo, de coração-gélido, de muitas mentiras que de cega você não observa a face por detrás da minha personalidade quente, que talvez, verdadeiramente, necessita de você pensando nela.

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